domingo, 11 de fevereiro de 2018


Uma múmia foi descoberta apresentando uma expressão diferente de todas as outras que já foram vistas, ela apresentava uma expressão de dor, algo que deixou arqueólogos e cientistas intrigados e sem conseguir cravar uma resposta definitiva.


Intitulada como a 'Múmia Gritando', a múmia deixou arqueólogos e especialistas sobre o assunto atônitos e dando mais um novo capítulo para a importante história do Egito, a 1,1 anos antes de Cristo. A múmia foi achada de boca aberta, apresentando uma expressão de agonia, como se estivesse gritando.

A múmia destoa de todos os outros processos de mumificação da época. Acredita-se que essa múmia com a boca aberta tenha sido o corpo do príncipe Pentawere, filho de Ramsés III com Tiy, uma das suas esposas. Estudos apontam que Pentawere e Tiy conspiraram para tomar o trono no Egito. O faraó teria sido assassinado com um corte na garganta. O crime teria ligação com o filho e com a consorte.


Pentawere não foi mumificado da forma tradicional, mas feito em um "ritual impuro", segundo os cientistas, o que indica que foi uma forma de punição por participar da conspiração.


O corpo foi coberto de pele de carneiro, uma ação que indica que a pessoa cometeu um ato doloso.

"No Egito antigo, cobrir um corpo com pele de carneiro significa que ele era impuro, que tinha feito algo ruim na vida", comentou Zahi Hawass, do Conselho Superior de Antiguidades do Egito, segundo reportagem do "Sun".

A mumificação "dolorosa" de Pentawere, ao contrário dos demais processos, foi feita para garantir que ele não tivesse uma vida em outro mundo, como acreditavam os egípcios.

Porém, destacou Hawass, há dois movimentos claros no caso.

"Por alguma razão, houve uma tentativa de garantir que ele não tivesse uma vida após a morte. Por outro lado, alguém cuidou dele, com a intenção de reverter isso", comentou ele. A "Múmia Gritando" será exposta pela primeira vez no museu do Cairo(Egito). Informações e fontes "Extra".





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