sexta-feira, 3 de novembro de 2017


Quando você pensar que já viu de tudo, saiba que você pode estar inteiramente equivocado, pois você talvez não tenha visto nem a metade do que ainda está por vir. Essa é a sensação que sentimos quando vemos coisas semelhantes a que aconteceu em uma escola pública do Paraná.

Um protesto em forma de "arte", onde se pautava crimes sexuais cometidos por sacerdotes católicos, queimou páginas da Bíblia e as expôs do lado de manchetes de jornais que anunciavam casos de padres pedófilos. A iniciativa da escola gerou grande repúdio e acusações de excessos por parte de seus idealizadores.


A exposição que mencionou crimes por parte de religiosos, também discutiu sobre o aborto e o suicídio, onde em uma das exposições, uma boneca pendurada por uma corda questionava se tirar a própria vida seria uma "solução para seus defeitos", já em outras exposição, eram exibidas objetos usados para realizar abortos.

Pais de alunos da Escola Estadual Dom Geraldo Fernandes, consideraram a exposição uma verdadeira apologia ao suicídio e ao aborto, onde segundo informações do Portal Cambé, uma das mães chegou a registrar um Boletim de Ocorrência por crimes contra o sentimento religioso.

O delegado onde o Boletim de Ocorrência foi registrado, Roberto Fernandes de Lima, afirmou que a "exposição de arte" foi absurda, afirmando que irá intimar a direção da escola para prestar esclarecimentos, assim como pais de alunos, antes que o caso seja encaminhado para o Ministério Público.


Pais de alunos se reuniram e foram até a Câmara dos Vereadores da cidade para cobrar uma postura dos vereadores, que prometeram acompanhar de perto as investigações. "Nós vamos buscar explicações junto à Secretaria Municipal de Educação e Núcelo Regional de Educação. E, assim como no começo do ano nós trabalhamos para se recolhessem livros que estimulavam a pedofilia e o incesto na nossa cidade, não vamos agir diferente nesse caso", disse o vereador Paulo Soares.

Já o senador Magno Malta, que é presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito(CPI) dos maus tratos infantis, considerando os professores como "criminosos travestidos de professores". "Um verdadeiro escárnio, um acinte à família, às crianças e à lei, acima de tudo. Criminosos travestidos de professores, ensinando crianças como se suicidar, como se enforcar, como faz aborto. Uma coisa violentíssima contra os nossos filhos", declarou o senador.


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