segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Pastora Jane Silva com o diplomata israelense Dani Dayan

A semana que se passou se tornou uma das semanas mais históricas de todos os tempos, não só para judeus e não-judeus, mas que influenciará o mundo todo, pois para muitos mais uma parte da Bíblia está sendo concretizada com a decisão tomada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em reconhecer Jerusalém como a capital de Israel.

Donald Trump reconheceu a capital de Israel como Jerusalém, mudando a embaixada dos Estados Unidos para Jerusalém, outrora que ficava em Tel Aviv. Maioria dos países de todo o mundo mantém suas embaixadas em Tel Aviv, mas a expectativa é que os outros países acompanhem a decisão do presidente norte-americano.


Segundo alguns líderes evangélicos brasileiros, o Brasil deveria aproveitar o momento e rever sua postura em relação a Israel, reconhecendo também, assim como os Estados Unidos, Jerusalém como a capital de Israel.

"A comunidade evangélica aqui no Brasil vê com muitos bons olhos a atitude do governo Trump. É um movimento importante para que o Estado de Israel se firme, para que o povo judeu se firme, anunciando para o mundo que Jerusalém historicamente sempre foi a cidade santa dos judeus e do cristianismo", afirmou o deputado evangélico Jony Marcos.

O grupo "Amigos de Israel", tem feito forte pressão ao governo Temer com seus 46 parlamentares, entre eles deputados federais e senadores, sendo que 31 deles são integrantes da ala representativa das denominações evangélicas.


A pastora Jane Silva, presidente da Associação Cristã de Homens e Mulheres de Negócios e a Comunidade Brasil-Israel, afirmou que Donald Trump está sendo um semeador da verdade, pretendendo reunir um milhão de assinaturas favoráveis à iniciativa.

"O que o governo brasileiro está fazendo é rasgar a nossa Bíblia, rasgar a nossa fé. O Brasil vota que Jerusalém não tem a ver com o povo judeu, com Israel. Se Jesus não é homem judeu, não tem a ver com o povo judeu, o Brasil está tentando desmontar a fé no cristianismo", criticou a pastora.

Já o Ministério das Relações Exteriores da administração Temer, ainda não fez grandes mudanças de postura na ONU, sendo que a única demanda feita pelo Palácio do Itamaraty foi um pedido de mudança da resolução que omitia a denominação judaica ao Monte Templo, dando ao local apenas o título árabe, al-Aqsa ou Haram al-Sahrif.


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