quinta-feira, 1 de março de 2018


"Nosso bebê nasceu com 1,44m, 40 quilos e...10 anos", diz pai em post que viraliza nas redes sociais.

O post, compartilhado no Facebook no dia 26 de fevereiro, teve mais de 209 mil reações em menos de 24 horas. O autor é catarinense Rafael, de 32 anos, fotógrafo que durante oito meses, junto da esposa Tatiani esperaram ansiosos a guarda provisória de adoção.

A narrativa de Rafael conta sobre o processo de adoção do filho, assim como os obstáculos e a ansiedade que enfrentou ao lado da esposa. Levanta também uma questão importante: a adoção de crianças maiores.


“As nossas dores de parto foram as angustiantes semanas de espera por decisões burocráticas. E hoje, o nosso parteiro foi um juiz, sentado em uma cadeira, que assinou um papel, e o nosso filho, finalmente, está em nossos braços”, descreve Rafael em um trecho do depoimento publicado.

“Ao invés de um teste de farmácia, tivemos uma assistente social nos falando que existia a possibilidade de estarmos grávidos.

Não ouvimos seu coração bater através de uma máquina, mas o nosso acelerou quando uma porta abriu e ele veio em nossa direção.

Não fizemos nenhum ultrassom, mas semana a semana tínhamos nossas visitas para poder ver o rostinho do nosso bebê.

Não experimentamos desejos estranhos nem passamos por enjoos terríveis, mas Deus sabe quão ruins eram os domingos à noite, quando precisávamos levá-lo de volta à casa-lar.

O acompanhamento da gestação não foi feito por enfermeiras e obstetras, mas sim por psicólogas e assistentes sociais.”


A alegria da paternidade transparece na postagem no Facebook que já chega a 85 mil compartilhamentos.

Rafael e Tatiani sempre quiseram ser pais e, pelo estilo de vida que têm atualmente, tinham o desejo de adotar um filho com idade entre três e sete anos e até que tivesse irmãos.


“Temos uma vida corrida e todo processo de gestação e cuidados com a criança nos primeiros meses de vida seria mais difícil para nós nesse momento, por isso, decidimos ter um filho maior que já tivesse certa independência. Quando a assistente social nos falou do perfil da criança, nos interessamos imediatamente”, contou.

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