sábado, 14 de abril de 2018


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ordenou na noite desta sexta-feira (13), ataques de precisão a alvos da Síria.

A ação militar tem apoio da França e do Reino Unido e tem por objetivo dissuadir o suposto uso de armas químicas pelo regime de Bashar al-Assad. "Assad implantou de modo significativo o de armas químicas de modo muito terrível", afirmou o presidente americano. "O uso de armas químicas pela Síria denota crimes monstruosos de Assad. Hoje, os EUA, a Grã-Bretanha e a França vão juntos utilizar o poder justo contra a barbárie e a brutalidade de Assad."

A autorização dos ataques ocorre uma semana após relatos de ONGs da Síria de um ataque químico a civis na cidade de Douma, reduto rebelde próximo de Damasco. Ao menos 70 pessoas teriam morrido na ação, que é negada pelo presidente Assad. Trump também pediu ao Irã e à Rússia que deixem de apoiar um regime que causa "assassinato em massa de homens, mulheres e crianças inocentes".


Teerã e Moscou são os dois maiores apoiadores do governo Assad. O presidente americano ressaltou ainda que os ataques ocorrerão "até que o regime sírio deixe de utilizar armas químicas contra civis". "Sustentaremos esta ação tanto quanto for necessário", disse.

O Ministério da Defesa do Reino Unido informou que as "indicações iniciais" são de que o ataque aéreo contra a Síria foi "bem-sucedido". "O ataque de precisão foi meticuloso e envolveu grande planejamento, o que resultado em um ataque bem-sucedido", afirmou o Ministério, em nota.

O primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, disse, em comunicado divulgado pelo governo, que o país apoia a decisão dos Estados Unidos, do Reino Unido e da França em relação ao ataque na Síria. Informações "UOL"


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