quinta-feira, 17 de maio de 2018


No dia 5 de maio um homem veio a óbito após seu cigarro elétrico explodir durante o uso. A morte foi provocada por estilhaços do cigarro elétrico atingir seu cérebro e causar graves queimaduras em 80% do seu corpo.

Não é o primeiro acidente ocasionado por dispositivos alternativos para consumo de nicotina, mas é o primeiro que resulta na morte dos envolvidos.


Tallmadge D’Elia, que trabalhava como produtor de TV, foi encontrado já morto em sua própria cama. A autópsia confirmou que, ao explodir, o dispositivo lançou pelo menos duas farpas de aço na cabeça de Tallmadge.

A Smok-E Mountain, empresa responsável por fabricar e comercializar o modelo usado pela vítima, afirma que o incidente provavelmente foi causado por mau funcionamento na bateria ou no atomizador usado pelo norte-americano — peças comercializadas à parte.


É importante observar que o dispositivo em questão não pode ser considerado um cigarro eletrônico (e-cigarette, em inglês), visto que ele faz parte de uma categoria específica conhecida como mech mods (ou mods mecânicos). Geralmente usados por entusiastas, tais produtos são desprovidos de chips eletrônicos que regulam a bateria e previnem curtos-circuitos. Mods mecânicos costumam não ser recomendados para usuários iniciantes, justamente pela falta de recursos de segurança.


A U.S. Fire Administration (órgão federal de bombeiros dos EUA) fez um comunicado comentando que na maioria das vezes, a explosão é ocasionada por falhas nas baterias de lítio. “Nenhum outro produto coloca a bateria com tal risco conhecido de explosão tão perto do corpo humano. Esse contato íntimo entre o corpo e a bateria é o principal responsável pela severidade dos ferimentos que vemos”, afirmou a entidade. Informações e fontes "Canal Tech e The Washington Post".




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