quinta-feira, 21 de junho de 2018


Na madrugada do dia 21 de abril, uma tragédia comoveu o Brasil. Em linhares, região Norte do Espírito Santo, duas crianças morreram carbonizadas dentro do próprio quarto.

No momento do incêndio, somente o pai das crianças estava em casa George Alves, pastor da “Igreja Batista Vida e Paz”.

A principio, tudo parecia um acidente, um incêndio acabara de ceifar a vida de Joaquim de 3 anos, e Kauã de 6. O mais novo era filho do pastor, e o mais velho, Kauã, era enteado.


A mãe das crianças Juliana Salles, não estava em casa, tinha viajado com o filho mais novo do casal para participar de um congresso em Minas Gerais. O corpo de bombeiros foi acionado, mas quando chegou no local as vítimas já estavam sem vida.

O caso comoveu o país, e foi notícia nos principais telejornais.

Com as investigações feitas no decorrer dos meses, Juliana Salles, mãe das crianças, teve o seu pedido de prisão cumprido na noite da última Terça-Feira (19), na cidade de Teófilo Otoni, no interior de Minas Gerais.


A acusação contra a pastora, que acabou sendo acatada pelo juiz, foi feita pela promotora Rachel Tannembaum, que concluiu que Juliana, cometeu crime de omissão, por saber do risco que as crianças sofriam ao deixa-las sobre os cuidados de George Alves e viajar para um congresso evangélico. E por tanto, deverá ser responsabilizada pela morte das crianças também.

Quem expediu o mandado de prisão em desfavor de Juliana, foi o juiz André Bijos Dadalto, da 1ª Vara Criminal de Linhares.

Juliana responderá por dois homicídios, dois estupros e por fraude processual.


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