quarta-feira, 12 de setembro de 2018


Jair Bolsonaro (PSL), o novo líder das pesquisas para presidente - agora sem o ex-presidente Lula - conhecido por declarações e atos polêmicos, muitos apontados como machistas, uniu mulheres de diversos estados que dizem temer pela sua vitória no pleito de outubro.

De acordo com pesquisa Ibope divulgada na terça-feira (11), Bolsonaro tem a rejeição de quase metade (44%) do eleitorado feminino (as mulheres representam a maioria do quantitativo de eleitores, com 52% do total), mesmo liderando as pesquisas eleitorais com 26% das intenções de voto.

A comunidade "Mulheres contra Bolsonaro" foi criada no dia 30 de julho e, nas últimas semanas, virou um fenômeno nas redes sociais. Segundo informações do site "Jornal do Brasil", a comunidade já reuni um milhão de integrantes. Cerca de 10 mil novas solicitações chegam por minuto.


"Grupo destinado a união das mulheres de todo o Brasil (e as que moram fora do Brasil) contra o avanço e fortalecimento do machismo, misoginia e outros tipos de preconceitos representados pelo candidato Jair Bolsonaro e seus eleitores. Acreditamos que este cenário que em princípio nos atormenta pelas ameaças as nossas conquistas e direitos é uma grande oportunidade para nos reconhecer como mulheres. Esta é uma grande oportunidade de união! De reconhecimento da nossa força!", e o que diz a descrição da comunidade no Facebook.

Um evento criado no Facebook já conta com mais de 30 mil confirmações de presença em ato na Cinelândia, centro da cidade do Rio de Janeiro, no dia 29 de setembro. Já em São Paulo na mesma data, 140 mil mulheres demonstraram interesse em somar à manifestação no Largo da Batata.




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